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Publicada
em 02/10/2008
População avalia campanha eleitoral
A campanha eleitoral, tanto através da televisão quanto
nas ruas, estará finalizada até sexta-feira. A partir
daí fica proibida a propaganda política, para que
no domingo, dia 5, os eleitores possam fazer suas escolhas na urna
sem nenhum tipo de influência ou coerção abusiva.
Neste ano, os jundiaienses puderam acompanhar através de
diversos mecanismos o desenrolar das campanhas, fosse pela televisão,
pelo rádio, debates, as tradicionais divulgações
gráficas e carros de som.
Eleitores foram procurados ontem pela reportagem para dar sua impressão
sobre o período eleitoral, até porque, se eles não
fossem atrás das campanhas, a mesma iria até eles
nas ruas, na rotina do dia-a-dia. "Não vi muita coisa
pela TV e pelo rádio não acompanhei muito. Mas vejo
a toda hora os carros de som e as imagens dos candidatos. Inclusive,
acho que o excesso dos santinhos pode ser até prejudicial
para os concorrentes. É muito papel acumulado, jogado pelo
chão, no meio da rua e dentro das casas, isso acaba gerando
uma imagem negativa para as pessoas", disse Flávio Vido.
"Não acho que fui influenciado, já tinha decidido
meu voto e não mudei".
Para o casal Plínio e Eugênia, a campanha teve seus
prós e seus contras. "Eu achei que foi uma campanha
bem limpa e que ninguém abusou muito. Mesmo já tendo
candidato, e não mudado essa decisão, considerei todas
as campanhas bastante elucidativas. A novidade da televisão
foi ótima. A pessoa mais humilde, que não tem acesso
à leitura, ou que possua dificuldade para obter informação,
pôde se inteirar do que estava acontecendo durante seu horário
de lazer, dentro de sua casa", afirmou Plínio.
Concordando com ele, Eugênia fez um bom balanço da
campanha pela mídia. "Temos um filho de 9 anos, que
agora não perde nenhum dia dessa programação.
Esse tipo de horário político despertou interesse
de participação de pessoas que antes nem tinham contato
com a política. Por outro lado, achei que houve alguns exageros
durante as trocas de críticas. Foi um tempo que poderia ter
sido melhor usado com a apresentação de propostas".
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